segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Projeto Ficha Limpa: a etapa decisiva de sensibilização dos deputados. Cristão, não peque por omissão.

No domingo passado, dia 25/10/09, às 10h, na Paróquia Nª Sª da Conceição e S. José, em Eng. de Dentro, realizou-se o encontro de lidernanças católicas, preocupadas com o andamento do Projeto Ficha Limpa, a convite do casal Edmilson e Maria José Martins de Oliveira. Na ocasião foi fundado o Comitê Ficha Limpa para o acompanhamento do referido Projeto. Diante da realidade de negação de certos deputados na hora da votação, as lideranças presentes à reunião apresentaram formas de sensibilizá-los. E o momento é propício tendo em vista as próximas eleições. Há duas formas: uma: qualquer cidadão pode fazer, enviando mensagens via e-mail ou cartas:
1) Para os deputados de todo o seu Estado (Clique em todos: 513 deputados)
http://www2.camara.gov.br/popular/falecomdeputado.html
2) Para as lideranças dos partidos
http://www2.camara.gov.br/deputados/lideranças/relacaosimplificada.html
3) Para ver a relação de todos os deputados com os e-mails
http://www2.camara.gov.br/deputados/index.html
Do lado direito da página, clique: exibir todos
4) Presidência da Câmara: presidencia@camara.gov.br
Endereço para enviar cartas:
Câmara dos Deputados
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF
CEP: 70.160-900
A outra forma é a presença física na hora da votação que se dará no ano que vem. Pessoas de todo o Brasil em direção à Câmara dos Deputados, em Brasília. Quanto maior o nº de pessoas, melhor. Cerca de trinta ônibus sairão do Rio de Janeiro.
Para os que não sabem ainda, a CNBB apoia o movimento. A Igreja em ação.É urgente a necessidade de "cidadania cristã, ser leigo no mundo, amadurecer na fé trasnformadora, visando o bem comum",

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

curso de fotografia 0800 imperdível

Alfredo Miranda, jornalista e fotógrafo profissional e agente da Pascom do Vicariato Norte, criador e responsável pela revista Pegadas, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Méier, está oferecendo um Curso de Fotografia na Paróquia Nª Sª da Conceição e S. José, rua Amaro Cavalcante, 1761, Engenho de Dentro. O curso é grátis e terá a duração de oito sábados, com início no dia 31/10/09, das 8.30h às 11h. 
Inscrições encerradas
Estamos precisando fazer o levantamento do nº de pessoas interessadas.
Material necessário: uma máquina fotográfica. A que você tiver.

INTERJOVEM!!!


Podem treinar!!! Está chegando o INTERJOVEM!!!
Dias 20-21-23 de novembro realizaremos o INTERJOVEM 2009 !!!
Para quem não conhece, o INTERJOVEM é um campeonato esportivo entre os jovens do Vicariato Norte que tem por objetivo animar e integrar os grupos jovens através do esporte!!
Este ano o local a sediar os jogos será o Instituto Padre Leonardo Carrescia, situado na Rua Barão de Itapagipe, 96 - Rio Comprido. (Mesmo local onde foi o INTERJOVEM 2007)
Cada paróquia poderá montar um time de cada modalidade, são elas:
1 - Futsal Feminino (14 a 28 anos)
2 - Futsal Masculino (13 a 17 anos)
3 - Futsal Masculino (18 a 28 anos)
4 - Vôlei Misto (14 a 28 anos)
Será cobrado por atleta o valor de R$10, (uma modalidade) ou R$14, (2 modalidades) as Incrições vão até dia 01/11. Não podemos esquecer do kg do alimento não perecível para além de atuarmos na evangelização e integração, também na ação social.

inscrições

http://pajuvin.multiply.com/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

TOCA DE ASSIS


O Pe. Roberto José Lettieri, natural de São Paulo-SP, converteu-se em 1983 em um encontro de jovens. Respondendo a um forte chamado de Jesus Sacramentado, doou-se inteiramente à Igreja, ingressando no seminário. 
Em maio de 1994, o Pe. Roberto, ainda seminarista, com mais três jovens que desejavam viver o carisma franciscano, fundou a Fraternidade de Aliança Toca de Assis.
Quando ordenado Sacerdote, em 08 de Dezembro de 1996, esta obra, espelhada nos exemplos de pobreza, obediência, castidade e gratuidade do “Poverello de Assis” já contava com a ajuda de 80 jovens, que entre a pastoral de rua e a primeira casa de acolhimento, prestavam atendimento aos sofredores abandonados de rua. 










 



terça-feira, 13 de outubro de 2009

Convencemos quando estamos convencidos



José H. Prado Flores
A vida de André pode ser dividida em três etapas sucessivas, mas intimamente interdependentes: Pescador, Seguidor de João Batista e Discípulo de Jesus. Sem dúvida existe uma grande diferença entre quando ele foi seguidor de João Batista e quando encontrou Jesus e se fez seu discípulo. Vejamos cada uma destas três etapas.
A.                 Pescador do Mar de Tiberíades
André, mais conhecido por ser irmão de Simão Pedro, foi primeiramente pescador do lago da Galiléia, onde foi definido seu caráter e sua personalidade. André e Simão, filhos de Jonas, haviam nascido em Betsaida, mas trabalhavam em Cafarnaum. Eram dois irmãos inseparáveis que dividiam o barco, o trabalho, e possivelmente até a casa.
B.                 Discípulo de João Batista
Na margem ocidental do rio Jordão acendeu um luzeiro que logo se transformou no astro mais brilhante do firmamento religioso de Israel. Seu nome era João e ele era mais conhecido como O Batista, porque proclamava um batismo de conversão. André se alistou nas filas deste pregador do deserto, com o qual se moldou com firme vontade.
O pregador não se vestia como os luxos dos poderosos deste mundo. Sua aparência era austera, a sua comida escassa, e sua mensagem trabalhava os corações. O cenário de sua pregação era pouco acolhedor: o quente deserto. Mas tinha uma língua de fogo, algo curioso em uma época em que o legalismo e o formalismo haviam sufocado as vozes proféticas.
Sua mensagem era muito encorajadora e comprometedora: o tempo está próximo, está vindo o Messias. Prepare-se para sua chegada, que já é iminente!
C.          Discípulo de Jesus
Em seguida, André foi chamado a ser discípulo do mensageiro de boas notícias de Nazaré. Mas quando ele encontrou o Messias, anunciado pelos profetas e esperado pelos séculos, foi buscar seu irmão Simão, para levá-lo a Jesus. Leiamos a passagem da Bíblia em primeira pessoa, como se fosse narrada pelo próprio André:
No dia seguinte, meu mestre João (Batista) se encontrava de novo no mesmo lugar comigo e com o outro discípulo. Enquanto Jesus passava, João, o Batista, fixou nele seus olhos e nos disse: "Eis o Cordeiro de Deus". Nós, quando escutamos isso, seguimos a Jesus.
Jesus, ao ver que o seguíamos, se virou e nos perguntou: "O que vocês querem?" Eu respondi: "Rabi (que quer dizer Mestre), onde você mora?" Jesus nos disse: "Vem e vejam." Fomos, vimos onde morava e permanecemos com ele aquele dia. Era cerca de quatro horas.
Eu, André, encontrei primeiro o meu irmão Simão e lhe disse: "Encontramos o Messias" (que significa Cristo). E eu o apresentei a Jesus. Jesus olhou fixamente para o meu irmão Simão e lhe disse: "Tu és Simão, filho de João, mas será chamado de Cefas" (que significa pedra). Jo 1,35-42.
O relato bíblico conta que quando André encontrou a Jesus, voltou ao seu irmão Simão para contar-lhe e trazê-lo a Jesus. Ele não podia ficar de braços cruzados e queria compartilhar com ele o tesouro há muito ansiava por encontrar. Ele tinha compartilhado com ele a família de sangue, a profissão. Agora não podia perder a oportunidade de compartilhar o tesouro que havia encontrado.
No entanto, isso levanta uma questão interessante: Por que não convidou Simão antes, para que fosse um discípulo do Batista, e se tivesse tentado, por que não conseguiu que seu irmão seguisse o austero pregador no deserto da Judéia? Em ambos os casos a causa é a mesma. Analisemos cada uma destas possibilidades.
- Se não convidou, certamente teve dúvidas, e ainda havia algo a ser feito. Não estava seduzido pelas palavras nem pela vida do Batista. Faltava-lhe estar obcecado por aquele homem que batizava nas margens do rio Jordão. Sem dúvida, João não enchia plenamente o coração, os desejos e as expectativas do pescador da Galiléia. André não tinha a motivação interna para chamar seu irmão para seguir o mestre do norte do Mar Morto. Quem não está convencido não tenta convencer, pois sabe que não pode convencer de algo que ele mesmo não está fascinado.
- Há também outros 50 por cento de probabilidade de que ele tenha procurado Simão para que fosse discípulo de João Batista, mas não teve êxito. A causa é exatamente a mesma. Ele não podia convencer porque os seus argumentos eram insuficientes. Suas palavras tinham um som oco, que não chegava a penetrar no coração de seu irmão Simão. André, discípulo de João, não contava com a força que o impulsionava a persuadir seu irmão, ou talvez não tivesse essa crença sedutora para que seu irmão deixasse as redes e a barca por um motivo superior.
Quem não está convencido não convence. Nossos sermões e homilias inspiram na medida em que nós mesmos estamos convencidos daquilo que pregamos. O cristianismo cresce e se aprofunda na medida em que nós cremos firmemente no que pregamos.
Com Jesus
Quando André encontrou a Jesus, o contrário aconteceu: ele foi para testemunhar a seu irmão. Estava seduzido pelas palavras do pregador de Nazaré e não podia deixar de falar de sua experiência de vida naquele dia às quatro da tarde. E ele convenceu seu irmão a deixar tudo para ser discípulo do Mestre de Nazaré. André estava tão convencido que foi capaz de atrair Simão Pedro para que deixasse as redes e a barca e se alistasse como um pescador de homens. Seu sucesso, ao contrário de quando ele era um discípulo do Batista, foi que agora ele estava convencido de Jesus e de suas palavras. Seu estilo de vida lhe fascinava e tinha convicção para que seu irmão acreditasse nele e fosse capaz de se juntar a ele para seguir Jesus.
Talvez o que convenceu a André foi o diferente enfoque entre João e Jesus: O Batista proclamava: Convertei-vos, porque o Messias está próximo. Em vez disso Jesus anunciou: Porque Messias chegou, agora sim são capazes de se converter!

Se estamos convencidos do que temos visto e ouvido, então basta que encontremos alguém para lhe compartilharmos nosso testemunho da nossa experiência vivida. Se pensamos e começamos uma grande reflexão sobre a oportunidade de testemunhar, se titubeamos e pensamos que não vamos atingir o nosso objetivo, na realidade estamos duvidando da validade da nossa experiência.
Conclusão
André nos questiona com agressividade: quando permanecemos passivos e não conseguimos convencer, o mais certo é que nós mesmos não estamos convencidos nem seduzidos. O evangelho está cheio de casos de pessoas que quando encontraram Jesus não precisaram ir a um curso ou a um retiro para transformarem-se em testemunhas.
Aquele que escutou as palavras de Jesus imediatamente vai buscar o seu irmão o convence a chegar até Jesus.
Assim, pelos frutos de nosso testemunho podemos perceber do quanto estamos convencidos dAquele que anunciamos ou ensinamos.

Uma abençoada semana!

domingo, 11 de outubro de 2009

A beira do Caminho



No caminho do Senhor, um jovem anônimo se lança aos seus pés, cheio de inquietações e desejos.
Trata-se do jovem rico que apegado aos muitos bens, perdeu a grande oportunidade de sua vida: seguir Aquele que é o tesouro, que uma vez encontrado é capaz de mudar toda a história do homem.
Não se pode servir a Deus e ao demônio. É evidente que ninguém em sã consciência, trocaria Deus por satanás, mas quantos vendem a dignidade por aquilo que ele simboliza. Por causa do dinheiro, do poder, do prazer, o homem é capaz de morrer e de matar, de ferir e de fazer sofrer, de passar por este mundo sem viver de verdade, porque não se deu conta de que os bens da terra devem ser usados como meios para suscitar a bondade, unir os corações, construir laços e edificar vidas. Apegado aos bens deste mundo, aquele jovem perdeu o maior tesouro que um dia teve a felicidade de encontrar, ficou à beira do caminho. Jesus passou por ele, e ele não soube aproveitar. Quantos jovens não se encontram afastados da fé ? Que fazer? Contagiemo-nos uns aos outros com o entusiasmo da fé, levando aos nossos jovens a alegria de encontrar em Jesus nosso grande Amigo.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mario Quintana


A Igreja convida os divorciados recasados a unir-se a Cristo


Imagem de Destaque

O grande valor da comunhão espiritual


A comunhão espiritual é um ato de desejo interior, consciencioso e sério, de receber a Sagrada Comunhão e, mais especificamente, de se unir ao Senhor. Ela pode ser feita por palavras ou por pensamentos interiores que nos levam a uma íntima união com Cristo, e Jesus não deixará de nos conceder as suas copiosas bênçãos.
Nos dias de hoje, pode-se fazer, com frequência, a comunhão espiritual como desejo de maior união e intimidade com Deus ao longo dos dias da nossa vida. Ela é e pode ser o único meio de união e intimidade com Deus para quem, por exemplo, não guardou uma hora de jejum eucarístico, vive numa situação de irregularidade perante a Igreja ou pratica outra religião.

A comunhão espiritual é o caminho para as pessoas que não podem recebê-la sacramentalmente na Missa, "mas podem recebê-la espriritualmente" na hora santa, ao entrar em uma igreja, quando estiver em casa ou no trabalho, ou nas situações de dificuldade pelas quais se passa na vida. "Senhor, que de Vós jamais me aparte" (Jo 6,35), pois, "Quem come deste pão viverá eternamente" (Jo 6,58).

É bom cultivar o desejo da plena união com Cristo através da prática da comunhão espiritual, recordada por João Paulo II e recomendada por santos mestres de vida espiritual (SC,55). Uma visita ao Santíssimo Sacramento é uma boa oportunidade para se fazer essa comunhão.

a) nos Documentos da Igreja

Um dos melhores meios para os divorciados recasados participarem ativamente da comunidade cristã é, segundo o ensinamento da Igreja, a comunhão espiritual.

Que o magistério reconheça a relação entre a graça e a comunhão espiritual que se deduz especialmente do convite que a mesma Igreja faz aos divorciados recasados de unir-se a Cristo pela comunhão espiritual.

Mais ainda: "Os fiéis devem ser ajudados na compreensão mais profunda do valor da participação ao sacrifício de Cristo na Missa, da comunhão espiritual, da oração, da meditação da Palavra de Deus, das obras de caridade e de justiça" (cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos,1994, n.6).

"A prática da comunhão espiritual, tão querida à tradição católica, poderia e deveria ser em maior medida promovida e explicada para ajudar os fiéis a melhor se comunicarem sacramentalmente, quer para servir de verdadeiro conforto a quantos não podem receber a comunhão do Corpo e do Sangue de Cristo, quer por várias razões. Pensamos que esta prática ajudaria as pessoas sozinhas, em particular os deficientes, idosos, presos e refugiados. Conhecemos – afirmam os bispos do Sínodo - a tristeza de quantos não podem ter acesso à comunhão sacramental devido a uma situação familiar sem conformidade com o mandamento do Senhor (cf. Mt 19, 3-9). Alguns divorciados que voltaram a casar-se aceitam com sofrimento o fato de não poderem receber a comunhão sacramental e oferecem-no a Deus. Outros não compreendem esta restrição e vivem uma frustração interior. Reafirmamos que, mesmo com irregularidade na sua situação (cf. CIC 2384), vocês não estão excluídos da vida da Igreja. Pedimos-lhes que participem na Santa Missa dominical e que se dediquem assiduamente à escuta da Palavra de Deus para que ela possa alimentar a sua vida de fé, caridade e partilha” (MENSAGEM DA XI ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS AO POVO DE DEUS. Cidade do Vaticano, 21 de outubro de 2005).

A Exortação Apostólica pós-sinodal "Sacramentum caritatis", de 22 de fevereiro de 2007, confirma: "Mesmo quando não for possível abeirar-se da comunhão sacramental, a participação na Santa Missa permanece necessária, válida, significativa e frutuosa; neste caso, é bom cultivar o desejo da plena união com Cristo, por exemplo, através da prática da comunhão espiritual, recordada por João Paulo II (170) e recomendada por santos mestres de vida espiritual" (171) SC,55).

b) Na teologia

É importante, segundo o padre G. Muraro redescobrir a doutrina do desejo do sacramento - através da comunhão espiritual - para continuar a presença de Jesus na vida dos divorciados. Ele apela ao antigo princípio, segundo o qual o caminho sacramental não esgota todos os caminhos da graça.

O lugar teológico de referência para entender este caminho alternativo se encontra em Santo Tomás, o qual trata da comunhão espiritual.

Segundo a explicação de Santo Tomás, a realidade do sacramento pode ser obtida antes da recepção ritual do mesmo sacramento, somente pelo fato que se desejar recebê-lo (cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologicae, III, q. 80,a, 4).

O valor da comunhão espiritual como caminho extrasacramentário da graça encontra apoio no fato de que a Igreja "com firme confiança, crê que, mesmo aqueles afastatos do mandamento do Senhor e que vivem agora neste estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação se perseverarem na oração, na penitência e na caridade FC 84" (cf. G. Muraro, I divorziati risposati nella comunitá cristiana, Cinisello Balsamo, Paoline,1994 in Sc. Catt. art. cit. 564-565).

Dom Edvaldo, enfatizando o valor e o bem da comunhão espiritual, encoraja os casais em segunda união e os aconselha a fazer esta comunhão na Santa Missa, devidamente dispostos e desejosos de receber o Corpo de Cristo por uma oração sincera. Se sua fé e amor for tão intenso e apaixonado, é possível talvez que eles obtenham maior proveito espiritual do que aqueles que, por rotina e sem piedade alguma, recebem a sagrada hóstia em nossas celebrações sem nenhuma convicção e adequada preparação espiritual.


Padre Luciano Scampini
Sacerdote da paróquia N. S. Aparecida, da Arq. Campo Grande

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FOFOCA É PECADO ??

Imagine a situação: o que você sentiria se chegasse em um grupo de pessoas e percebesse que elas estavam falando justamente de você? E pior: estavam falando de algo só seu, algo íntimo, que diz respeito a só você e ninguém mais… chato, não é? Super desagradável!
Pois é, considerando como pecado toda atitude de desobediência a vontade de Deus podemos dizer sim, fofocar é pecado. Pois a vontade de Deus para nós é bem clara, na carta aos Gálatas São Paulo fala no capítulo 5,14 que “toda a lei se resume neste único mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Já concluímos que não é legal saber que andaram falando da gente, se isso não é bom para mim, não será bom para ninguém. “O que não desejo para mim, também não farei para os outros”.
Fofoca é um hábito muito feio, deselegante, de quem não tem nada de bom para falar de si e por isso acaba falando da vida dos outros. A fofoca tem um objetivo maldoso, que geralmente é de “sujar” a imagem do outro. Tem gente que tem isso como um costume, parece que tem coceira na língua, é só ver alguém passar , que logo tem um comentário maldoso a fazer, seja da roupa da pessoa, seja de algo que ela ficou sabendo, e as vezes são até mentiras.
Como é ruim conviver com alguém assim! A sensação que me passa é de que nunca posso confiar em alguém fofoqueiro, pois se essa pessoa fala de todo mundo, com certeza também falará de mim, mesmo que seja minha amiga. Tem gente que usa o próprio Deus para fofocar. Já ouviu aquela expressão assim: “Olha, vou te contar, porque é pra você rezar pela fulana, mas não comenta com ninguém.” Ora, se não era pra comentar com ninguém, então por que comentou? Para o outro rezar o caramba!! Se é pra rezar pela fulana então que vá você mesmo, dobre o joelho e reze, mas não precisa ficar espalhando ainda mais a situação para os outros. E tem ainda o fofoqueiro passivo, aquele que não fala de ninguém, mas ama ouvir um “babado”. É só alguém chegar com algo pra contar que ele já está pronto a escutar. Saiba: isso é pecado do mesmo jeito. Bem melhor e mais coerente seria que tivéssemos a coragem de dizer: “olha, isso não me interessa, é melhor você perguntar a pessoa se isso é verdade.” Muitos problemas seriam resolvidos se tivéssemos atitudes assim, muitas amizades, namoros, casamentos seriam preservados se não déssemos ouvidos as fofocas
Tem uma frase que é maravilhosa para se viver essa luta contra o pecado da fofoca: “se não tenho nada de bom para falar do outro, então é melhor eu ficar quietinho!” Dureza né? Mas funciona. Se por acaso você leu esse post e concluiu: “Puxa vida, acho que sou fofoqueiro… e agora? Estou condenado!!” Não tem nada disso. Maior que seu pecado é o amor de Deus. Basta se arrepender e recomeçar. Que Deus nos ajude a viver assim. Isso é cristianismo e ser cristão é bem da hora!

FESTA DA PRIMAVERA


 

No sábado a festa foi na quadra
e durante o dia nossos bravos voluntários fizeram o melhor para nossa festa ser um sucesso como sempre.







 
 

 

 

 

No domingo devido a chuva foi tranferida para o salão