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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
festa da primavera próximo sabado e domingo
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
1º PRIMAVERA MUSIC FOTOS (1)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
SUPER IMPORTANTE
Bispo – origem e função
O conhecimento exato do termo
Vem-se notando na imprensa o hábito lamentável de designar com o título de “bispo” o pastor ou o líder de qualquer agrupamento religioso.
Reflitamos: se alguém colocar na porta de seu escritório ou de sua residência uma placa indicativa com seu nome e – sem o ser – acrescentar “médico”, “advogado”, “professor” ou outra profissão, você pode ser processado por falsidade profissional. Igualmente com o termo “bispo”. Daí a necessidade de se ter noção exata do que seja o uso correto do termo.
No início da pregação evangélica, os apóstolos de Cristo escolheram colaboradores que, após a sua morte, lhes sucedessem no governo das comunidades nascentes e na pregação da mensagem cristã. Inicialmente eram chamados de “sucessores dos apóstolos”, como nos informa Clemente Romano, no ano 96 da Era Cristã, na bela e conhecida “Carta à Igreja de Corinto”.
A missão desses sucessores era responsabilizar-se pelas comunidades que se formaram ao redor dos apóstolos, supervisionando a sua vida evangélica. Daí o verbo “episkopein” (supervisionar) do qual vem o substantivo “epískopos”: o que zela como guarda e protetor, por supervisionar o rebanho. Em latim “epíscopus” e, em português “bispo”, isto é: o que tem a nobre missão, – como autêntico sucessor dos apóstolos –, de se responsabilizar pela comunidade dos fiéis.
Hoje, quem escolhe e nomeia o bispo é o sucessor de São Pedro, o Papa. O eleito recebe a plenitude do sacramento da Ordem pela “keirotonia”, isto é: imposição das mãos de três outros bispos e pela unção e oração consecratória. Há, pois, uma corrente genealógica ascendente, que chega até um dos Doze Apóstolos, do qual o bispo atual é verdadeiro sucessor.
Não fica, por essa razão, difícil entender que essa função de suceder a um dos Doze Apóstolos, função de superintender o rebanho de Cristo – “episkopein” – não pode ser usurpada. O despreparo teológico (ou ousadia) chega até a usar o termo no feminino!
A autoridade do bispo, sucessor dos apóstolos, vem da palavra de Jesus aos Doze: “Todo poder me foi dado no céu e na terra. Ide pois: batizai e ensinai que observem o que lhes ensinei” (Mateus 28,19ss).
Triste saber que o termo que designa o poder espiritual de zelar pela Igreja, transmitido por Jesus Cristo aos Doze Apóstolos e, posteriormente aos sucessores, seja usurpado e vulgarizado, como vem acontecendo de algum tempo para cá. Esta explicação teológica da palavra “bispo” e sua função nos mostram que seu uso atual, para designar qualquer líder religioso, não é apropriado e correto.
Fonte: CNBB
Dom Benedicto de Ulhôa Vieira
Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Uberaba/MG
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
As armas contra o inimigo
O demônio tenta nos enganar de várias maneiras
Muitos cristãos, ao tomarem a decisão de seguir ao Senhor, pensam que vão ter uma vida mais tranquila. Mas a verdade é o contrário, pois o demônio não tem interesse em atacar os que não são seguidores de Cristo. Até mesmo os santos foram perseguidos. O interesse do maligno é colocar obstáculos na vida daqueles que decidiram seguir o Senhor.
Isso não é motivo de nos levar a uma crise. Não temos motivo para temer o inimigo, pois ele já foi derrotado. O demônio é que tem de ter medo de você, e a razão é simples: nós somos filhos e filhas de Deus, herdeiros do Reino. O maligno tem muita raiva, porque aquilo que foi dado a ele uma vez, agora é dado a nós. Ele tenta nos enganar de várias maneiras, mas tem uma técnica que ele usa frequentemente para nos atacar: é o desânimo, o desencorajamento. O desânimo não vem de Deus, sempre vem do inimigo, daquele que nos faz desistir de ir em frente.
Vamos olhar para São Pio de Pietrelcina. Quando um analista do Vaticano disse que ele era um psicopata, este santo entrou numa crise tremenda. Ele olhou para seus estigmas e se questionou se tudo era falso. Madre Teresa de Calcutá, no seu leito de morte, também viveu uma grande crise ao sentir o amor de Deus longe dela. O bispo teve de enviar um exorcista até ela e convencê-la de que aquele sentimento não vinha de Deus.
É muito normal que também nós vivamos esses momentos de crise. Seguir Jesus num momento de entusiasmo é fácil, mas continuar O seguindo nos momentos de sofrimento é difícil. O inimigo virá tentá-lo quando você estiver se sentindo fraco, cheio de medos, com raiva, ansiedade, tristeza. É nosso papel lutar contra essas táticas que ele usa para nos desanimar. A tática que ele também utiliza é nos apresentar meias verdades, porque o demônio é um mentiroso, enganador, trapaceiro. Ele nos apresenta algo que parece muito bom, quando, na verdade, é muito ruim.
O maligno diz que por causa dos seus pecados, você não consegue fazer nenhuma tentativa para ser mais santo. Muitas vezes nós pensamos que as tentações são somente relacionadas ao sexo, à raiva, aos sentimentos de ódios. Essas são grandes tentações. Mas temos de estar atentos a uma grande tentação que é não fazer a vontade de Deus.
O inimigo faz de tudo para que nós saiamos do caminho da vontade do Senhor. Ele ousou tentar Jesus a desobedecer ao Pai, quando O levou ao alto do monte e mostrou-Lhe as cidades, dizendo que elas pertenciam a Ele [Jesus]. A tentação do inimigo a Cristo era muito atraente. O Pai dizia para o Filho ir para a cruz e o inimigo pedia que Ele desobedecesse ao Pai e tomasse posse daquelas cidades. Mas Nosso Senhor Jesus Cristo diz: “Afasta-te de mim, satanás. Eu adoro somente ao Pai”.
Irmãos e irmãs, será uma luta até o fim de nossa vida, mas se nós usarmos as armas não precisaremos ter medo nenhum. A primeira arma é a Eucaristia. O inimigo treme diante da Eucaristia, porque ela é sinal de humildade. Jesus quis, por um momento, aniquilar a Si mesmo, entrando nas espécies do pão e do vinho para ficar perto de nós. Uma outra arma forte contra o inimigo é o Sacramento da Confissão. Este sacramento é mais poderoso do que a própria oração do exorcismo.
Momentos de desânimo podem acontecer em nossas vidas. Quando isso acontecer se agarre a Virgem Maria. Um jovem teve uma visão na qual ele precisava construir uma barco para atravessar o oceano. Enquanto ele construía este objeto as pessoas diziam que ele não iria conseguir e que ele não conseguiria vencer a fúria do mar. Até que aquele rapaz terminou de construí-lo e começou a remar em direção à longa jornada no oceano. Mas um amigo disse a ele: “Meu amigo, tenha coragem. Seja forte!” E aquele jovem olhou somente para aquele homem que estava dando força para que ele continuasse. E toda vez que ele sentia o desânimo se aproximar ele se lembrava daquelas palavras do amigo.
Muitos poderão nos chamar de doidos, de loucos, mas há uma Maria que está gritando em nossos ouvidos: “Boa viagem! Não tenhais medo do inimigo. Não desanimem porque a vitória é nossa. Uma vez que Jesus Cristo derrotou o inimigo, com o Senhor nós também o derrotaremos.” A Santíssima Virgem Maria nos diz hoje: “Eu estarei com vocês. Não tenham medo. Vão em frente. Vocês serão vencedores!”
Rogue pela intercessão da Mãe, clamando: Maria, nós cremos em Ti, porque Tu és nossa Mãe. Nenhuma mãe deixará o filho em perigo sem dar a ele uma mão, sem ajudá-lo. Maria, sabemos que Tu estás conosco, e por causa de Ti nos sentimos seguros.
Nossa Senhora nos diz: “Faça tudo o que Ele lhe disser. Vá em frente. Não desanime!
Lembre-se das palavras de Jesus: ‘Eu sou, porque nada é impossível para aquele que crê’”.
Frei Elias Vella
Franciscano conventual, líder da RCC na Ilha de Malta
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
O segredo da fidelidade. (Pe. Jonas Abib)

Segredo da Fidelidade! Um grande missionário, homem de Deus, aquilo que se pode chamar de um “bom operário” do Reino, revelou o seu segredo:
- "Leio a Bíblia, trabalho e oro com ela sempre pela manhã nunca abro exceções.
Perguntaram-lhe então como ele conseguira tanta fidelidade. E ele respondeu:
- Fiz um compromisso comigo mesmo diante de Deus: “Sem bíblia não tem café”. Houve dias em que não consegui ler a bíblia e trabalhar com ela logo pela manhã. Mas eu disse para mim mesmo: “Bem, se não tive tempo para ler a Bíblia, não tenho tempo para tomar café... e até logo". E prosseguiu:
- "Durante todos esses anos, poucos dias fiquei sem café... Foi uma grande graça para minha vida".
O que funcionou para esse homem de Deus deve funcionar para mim, para você, para qualquer pessoa. Contei várias vezes esse fato. Uma vez, uma pessoa me disse:
- Gostei de sua história “Sem Bíblia não tem café”. Só que, para mim, não funciona, porque eu só conseguia trabalhar com o Diário Espiritual à noite. Então, mudei a história por minha conta, transformando-a em “sem Bíblia não tem cama”. Não foi fácil. Houve noites em que foi preciso lavar o rosto na água fria, em que fui obrigado a ler a Bíblia em pé ou andando pela sala para não dormir... Mas não deixei de ler nem de fazer o Diário Espiritual. Uma noite acordei... e vi que estava dormindo em cima do Diário. Não tive dúvidas: lavei o rosto e terminei o trabalho. Depois fui para cama. Graças a Deus não faltei ao meu compromisso: “Sem Bíblia não tem cama”."
Parece exagero? Parece. Mas veja bem: só parece. Na vida, ninguém consegue nada sem esforço. Que o digam os artistas e as mães. Logo, para tudo é exigido empenho e luta, em particular nesse campo, enfrentamos uma tremenda batalha espiritual. A tentação não quer que nos aprofundemos na Bíblia. Muito sutilmente, ela ajeita as coisas para ficarmos sempre na superficialidade...
Agora é sua vez. Seja qual for sua hora de trabalhar com a Bíblia e com o Diário Espiritual, você pode fazer seu compromisso pessoal diante de Deus. Ou seja: “sem Bíblia não tem café”, “sem Bíblia não tem cama”, “sem Bíblia não tem...” Aí está, também para você, o segredo da fidelidade.
Deus o abençoe!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
